Espaço dedicado à Disciplina de Desenho A, 10º, 11º e 12º anos, Escola Secundária de Caminha (2009-2013), Escola Secundária de Ponte de Lima (2013-2017) Escola Secundária de Caminha (2021-2024), Ag. Escolas Muralhas do Minho (Valença) (2025-2026)
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quarta-feira, 7 de dezembro de 2022
quinta-feira, 9 de junho de 2016
sexta-feira, 7 de junho de 2013
A cor como tema visual
| Al Held, “Upside Down Triangle” , 1966 |
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Barnett Newman |
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| (Ad Reinhardt, "Red abstract", 1952) |
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| (Frank Stella, "Harran II", 1967) |
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| (Kenneth Noland, "Bridge", 1964) |
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Morris Louis |
| "While" by Morris Louis, 1959. |
| Hans Hofmann, Combinable Wall I and II, oil on canvas,1961. |
| Burgoyne Diller, Early Geometric, ca. 1934 Oil on canvas, 20 x 24 inches |
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Estudos da Cor, 10º D
domingo, 26 de maio de 2013
Estudos da Cor - o contraste simultâneo
| Contraste simultâneo - Para que o controlo que temos da cor seja real, é também necessário estar atento ao fenómeno desencadeado por cores justapostas. Os quadrados cinzentos mais pequenos são iguais, contudo ocorre uma ilusão que os faz parecer diferentes. A este efeito chama-se contraste simultâneo.É similar ao efeito de pós-imagem do contraste sucessivo mas resulta numa transformação percetiva imediata da cor observada. |
Estudos da Cor - o contraste sucessivo ou o efeito da pós-imagem
| Henry Matisse, O estúdio vermelho, 1911
Uma transposição para a pintura de uma experiência pessoal de Matisse, relativamente ao fenómeno da criação de cores pelo cérebro, para se compensar de um estímulo prolongada e cansativo. Neste estúdio cinzento, a imagem residual sucessiva à observação do jardim luminoso permitiu ao olho impregnado pelo verde equilibrar-se, fabricando ele mesmo o vermelho. E assim mesmo o pintor representou o seu atelier.
Somos submetidos a condições de iluminação constantemente variáveis, pois a luz do dia não é a mesma de manhã, à tarde ou ao anoitecer, e é bem diferente da luz artificial, o que altera o comprimento de onda da luz refletida pelos objetos. Os nossos olhos vêem-se obrigados, por isso, a constantes correções dos comprimentos de onda lidos, para poderem, dentro de certos limites das condições de iluminação, manteren constantes a cor que atribuem aos objetos. Este mecanismo é geralmente designado por constância da cor. Isto significa que a luz percebida se constrói no cérebro e não é uma qualidade que pertença ao objeto. O segundo problema é o do contraste sucessivo, uma ilusão frequente nas nossas vidas, resultante apenas da observação prolongada de um estímulo colorido. É fácil obtermos uma sensação ilusória de cor. Basta deixarmos os olhos adaptarem-se a uma cor viva durante 30 segundos a um minuto e deslocarmos, em seguida, o olhar para uma superfície neutra. Vê-se aparecer a respetiva cor complementar. A imagem residual sucessiva à observação permite apenas ao olho equilibrar-se do forte stress de um estímulo prolongado e intenso, fabricando ele mesmo as cores complementares dos estímulos percepcionados, para se equilibrar. É sabido que da mistura de cores-pigmento opostas resulta um tom cinzento e que o cinzento não perturba o nosso cérebro. Este fenómeno deve ser tido em conta quando pretendemos provocar sensações de movimento a partir da cor. (em Zita Areal, "Visualmente/ Movimento e Ritmo") |
terça-feira, 1 de maio de 2012
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Livros da COR - 10º D, Abril 2012
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