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quarta-feira, 7 de dezembro de 2022

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Estudos da Cor segundo Josef Albers, 10º H, 3º período

Livros da COR (exposição DIA da ESCOLA), Maio 2016






sexta-feira, 7 de junho de 2013

A cor como tema visual

DAILY PIC: Al Held made “Upside Down Triangle” in 1966, and the work is now in “Al Held: Alphabet Paintings”, a lovely show of the artist’s Color Field pictures at Cheim & Read gallery in New York. As the show’s title makes clear, however, the pictures don’t really fit into the Color Field category, except at first glance. Many of the paintings seem instead to be massive, cropped enlargements of a sign-painter’s letterforms, complete with shadowed “edges” included to give the letters depth. This picture isn’t actually titled after the letter it shows, as some of its brethren are, and it’s hard to decide on any one character it might represent – but the reference is there nevertheless. That pulls it out of the orbit of Kenneth Noland and late Barnett Newman and other Greenbergian abstractionists and into the stranger, more interesting worlds of Ed Ruscha and even of Garry Neill Kennedy, the Canadian conceptualist. By sourcing his abstractions in script, Held gives up on the utter freedom of  purely non-figurative art and instead seeks the grounding and limits imposed by the reality around us. (Photo by Lucy Hogg)
For a full visual survey of past Daily Pics visit blakegopnik.com/archive. The Daily Pic can also be found at the bottom of the home page of thedailybeast.com, and on that site’s Art Beast page.
Al Held, “Upside Down Triangle” , 1966

Barnett Newman

(Ad Reinhardt, "Red abstract", 1952)
(Frank Stella, "Harran II", 1967)
(Kenneth Noland, "Bridge", 1964)

Morris Louis

"While" by Morris Louis, 1959.
image
Hans Hofmann, Combinable Wall I and II, oil on canvas,1961.
Burgoyne Diller - Early Geometric, ca. 1934
Burgoyne Diller, Early Geometric, ca. 1934
Oil on canvas, 20 x 24 inches




quarta-feira, 5 de junho de 2013

Estudos da Cor, 10º D

Li, junho 2013
Daniela, junho 2013
Daniela, junho 2013
Daniela, junho 2013
Marta, junho 2013
Marta, junho 2013

domingo, 26 de maio de 2013

Estudos da Cor - o contraste simultâneo

Contraste simultâneo - Para que o controlo que temos da cor seja real, é também necessário estar atento ao fenómeno desencadeado por cores justapostas. Os quadrados cinzentos mais pequenos são iguais, contudo ocorre uma ilusão que os faz parecer diferentes. A este efeito chama-se contraste simultâneo.É similar ao efeito de pós-imagem do contraste sucessivo mas resulta numa transformação percetiva imediata da cor observada.



Estudos da Cor - o contraste sucessivo ou o efeito da pós-imagem

Henry Matisse, O estúdio vermelho, 1911


Uma transposição para a pintura de uma experiência pessoal de Matisse, relativamente ao fenómeno da criação de cores pelo cérebro, para se compensar de um estímulo prolongada e cansativo. Neste estúdio cinzento, a imagem residual sucessiva à observação do jardim luminoso permitiu ao olho impregnado pelo verde equilibrar-se, fabricando ele mesmo o vermelho. E assim mesmo o pintor representou o seu atelier.

Somos submetidos a condições de iluminação constantemente variáveis, pois a luz do dia não é a mesma de manhã, à tarde ou ao anoitecer, e é bem diferente da luz artificial, o que altera o comprimento de onda da luz refletida pelos objetos. Os nossos olhos vêem-se obrigados, por isso, a constantes correções dos comprimentos de onda lidos, para poderem, dentro de certos limites das condições de iluminação, manteren constantes a cor que atribuem aos objetos. Este mecanismo é geralmente designado por constância da cor.
Isto significa que a luz percebida se constrói no cérebro e não é uma qualidade que pertença ao objeto. 
O segundo problema é o do contraste sucessivo, uma ilusão frequente nas nossas vidas, resultante apenas da observação prolongada de um estímulo colorido.
É fácil obtermos uma sensação ilusória de cor. Basta deixarmos os olhos adaptarem-se a uma cor viva durante 30 segundos a um minuto e deslocarmos, em seguida, o olhar para uma superfície neutra. Vê-se aparecer a respetiva cor complementar. A imagem residual sucessiva à observação permite apenas ao olho equilibrar-se do forte stress de um estímulo prolongado e intenso, fabricando ele mesmo as cores complementares dos estímulos percepcionados, para se equilibrar. É sabido que da mistura de cores-pigmento opostas resulta um tom cinzento e que o cinzento não perturba o nosso cérebro.
Este fenómeno deve ser tido em conta quando pretendemos provocar sensações de movimento a partir da cor.
(em Zita Areal, "Visualmente/ Movimento e Ritmo")

terça-feira, 1 de maio de 2012

10ºD, Livros da COR (cont.)

Samuel

Sara Urze


Sara Urze


Marta
Elisa

Li

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Livros da COR - 10º D, Abril 2012

Sara Urze
Marcelo
Marine
Marine (capa e contra - capa)



Marine
Isabel Vieira
Li
 


Elisa
Marta

Mafalda
Jéssica

Ana Rita
Fernando


Samuel